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Bancando o Duda Mendonça

Alêh nos manda essa pérola diretamente de Aracaju-SE e solicita criação de slogans urgentes. Vamos lá:
• Chega de comida crua, deixe que o dr. Batatinha, Frita.
• Um candidato de raiz.
• Dr. Batatatinha. Doce e cheio de gás.
• Não é o Olodum, mas com ele pirê de vez.
• Com Dr. Batatatinha é assim e assado.

Agora é com você: use o espaço de comentários para fazer a sua sugestão. Ah! E se por acaso se deparar com um adesivo de candidato com um nome digno de estar aqui, é só mandar para [email protected]

Pulando a cerca

Quem será o cavalo ou a égua que deu medicamento proibido para o cavalo Rufus? Ai, que saudade da galhardia, elegância e espírito esportivo de Baloubet du Ruet, que refugou nas Olimpíadas de 2000 e não jogou a culpa pra cima de ninguém. Na boa, isso mostra que o cavaleiro Rodrigo já foi mais Pessoa, tá.
Leia mais aqui.

4 anos de Nadaver.com

Em 2004, após anos de belém belém nunca mais tô de bem, Alexandre Affonso e Victor Mazzei decidiram por um fim num mundaréu de picuinhas e, novamente, unir seus gametas e cromossomos Y no nascimento de um Marco. Aliás, mais que um Marco: um José, um João e um Raimundo, juntos. Germinava o embrião do Nadaver.com.
A princípio, uma mera adaptação do que foi produzido em jornal e revista de 1993 a 1996. De início tímido, vibravam orgasmaticamente quando fechavam a jornada digital com 17 visitas. O número de leitores era tão reduzido que sabiam diretinho quem os acessava. Se morresse alguém dessa audiência era um colapso, fazendo com que conseguissem o inédito: ter visitas negativas no fim do dia.
Foi nesse momento que a dupla se lembrou das afrescalhadas aulas de teatro Flamenco (mesmo sendo ambos vascaínos) em que o delicado prófi disse que precisavam soltar os personagens que haviam dentro deles. Levaram isso tão ao pé da letra, que abandonaram as artes dramáticas para se debruçar gostosinho em séries popularézimas como Papagaio Ciclope, os Congas, a Baleia, Problogger, Katia, entre outros. Os leitores aprovaram e uma primeira fornada de nadavéricos foi gerada. O Nadaver crescia, crescia, crescia…até que um dia bateu a cabeção no teto, que sendo de gesso, se quebrou todo, o que representou um aumento de 200 reais na taxa extra do condomínio do prédio acidentado, a ser rateado por todos os moradores, gerando muita indignação e novas assembléias pra se discutir o estatuto e a convenção.
Enfim, essa é a breve e, provavelmente, o único documento registrado sobre a vida e obra do Nadaver, um blog que, se não atingiu a maturidade aos 4 anos, pelo menos já se inscreveu nas atividades oferecidas pela Prefeitura à comunidade de “melhor idade”, como dominó de revezamento e hidroginástica em piscina de gel.

A parceria entre Alexandre e Victor é do tempo em que criar em dupla era a maior brasa, mora?

Veja aqui o vídeo em comemoração aos 3 anos do Nadaver em 2007