Havia em um brejo perto da sua casa uma atÃpica comunidade de batrâquios. Nela, conviviam harmoniosamente o sapo Dão, que era o lÃder da rapeize, e várias rãs, que o admiravam e obedeciam todas as suas ordens. Um detalhe bem peculiar é que todas elas chamavam-se Dorinha, que era para facilitar a memorização do nome por parte do chefe Dão.
Um dia um fato terrÃvel ocorreu: o sapo Dão sumiu sem deixar vestÃgios. Desesperadas, ficaram atônitas sem saber como agir a fim de localizá-lo. A comunidade 'saponácea' ficou em polvorosa. Contrariando o senso comum de que a união faz a força, elas não montaram sequer uma equipe de busca e, por fim, acabaram se dispersando, abandonando o brejo, com cada uma tocando a sua própria vida, deixando apenas na memória as lembranças do inigualável e inestimável Dão.
Moral da história: Um rã dorinha não faz ver Dão.

A comunidade verde é realmente animaaaaaal!











Pablo
17 fev 2006
A forma como a palavra “dorinha” entrou na história foi tosca, deve ter batido o recorde. E “senso” é com “S”
Raphael
17 fev 2006
Pablo, eles vieram aqui fazer graça, não dar aula de português.
Até porque se o Mazzei e o Affonso viessem dar aula, eu ia correr e pedir ajuda pro Pasquale – isso se ele não tivesse decidido fazer um site de humor.
Harry
19 fev 2006
Essa foi forçada, muito forçada, demasiadamente forçada, fortemente forçada, absurdamente forçada, extremamente forçada, transcedentalmente forçada… aff… aproveitando o gancho da aula de português, eu poderia usar todos os termos hiperbólicos e ainda assim estaria sendo eufenista ao dizer o quão forçada foi, então só me resta dizer:
FOI FORÇADA PRA CARAAAAAALHO!
Vand
20 fev 2006
ahhh é Edmundooooooooooooooooooo
Vand
20 fev 2006
Quanto ao texto, não dá pra ler, tá muito perto da foto, meus olhos não obedecem…rsrsrsrss
Thiago
03 mar 2006
AU AU AU EDMUNDO EH ANIMAL!