Foi com misto-quente de revolta e indignação que li as tortas linhas escritas pelo outrora parceiro Victor Mazzei neste artigo. Eu não sou real? Seria eu mesmo um produto da sua fertilizada imaginação? Minha existência é completamente ilusória? Atormentado com essas indagações me dirigi para frente do espelho e vi que sim, eu existo, e que as minhas aulas de ballet a cada dia que passa me dão uma panturrilha mais delineada.
O Sr. Victor Mazzei, ao lançar essas dúvidas, revive um tema que achava superado entre nós: o fato dele não saber desenhar nem um homem-palito chegando do trabalho para abraçar sua família-palito em frente de uma casinha soltando fumaça pela chaminé. Ao contrário de mim, um verdadeiro Leonardo Da Vinci humano, Mazzei acha que crayon serve para acender o fogo do churrasco, e que pincel é o sargento dos Trapalhões.
Minha verdadeira intenção com o Homem-Nariz não era denigrir a imagem de alguém com a reputação já tão abalada. Era homenagear uma parceiro de mais de 10 anos, para poder nessas tiras reviver nossa descoberta do humor, do futebol arte e da sexualidade. Preferi homenageá-lo com o que mais se destaca nessa pessoa tão querida, a nareba. É claro que eu poderia ter feito um personagem inspirado em mim: o Homem-Pirú. Quem sabe agora, conhecendo melhor o Mazzei, eu faça isso.

Mazzei foi expulso das aulas de desenho clássico sincronizado ao se finjir de morto para a modelo vivo











Kremildo
15 abr 2006
Homem piru…. ahahahahahahahhhaha
Sapo Manco
15 abr 2006
hehehehe, nem sei desenhar nem escrever…!!!
Vand
15 abr 2006
hahahahaha muito bom !!!
Apolo doutrinador
15 abr 2006
Mais uma vez a sociedade vtima da manipulaao de informaoes caractersticas desses dois senhores. No a primeira vez que , em face dos maus resultados nas pesquisas de recall, o sr. Affonso e o Sr. mazzei utilizam da mais prfida caracterstica da mdia eletrnica: a divulgaao impune de informaes fictcias com o nico propsito de colocarem-se sob o holofote da popularidade efmera e irreal como as suas notcias.
triste e desolador ver como nos tornamos joguetes nas linhas e desenhos desses ilusionistas do sculo XXI. Est na hora de darmos um basta nessa malandragem inescrupulosa. Chega de aplaudirmos essa farsa ou de acharmos engraadinhas essas piadas tiradas diretamente de um poro envelhecido.
Fora NADAVER!!
Viva o Milson Henriques…
Vitor Henrique
15 abr 2006
Nuss, tive q fazer uma busca no Google para saber quem é Milson Henriques! aghauiHAiuhauiHAIU
Q comedia!
Cada um q desenterra aki neste site!
Marly
16 abr 2006
Poxa vida,
Milson Henriques o cara… mas pior do que o Milson, s a Vov Bina…
Alexandre Affonso
16 abr 2006
Só pra ajudar a maioria dos nossos leitores, que não são do Espírito Santo, vai uma nota de rodapé.
MILSON HENRIQUES é um cartunista capixaba das antigas. Era chargista do principal jornal de Vitória e criou a tira da Marly, uma personagem feminista e liberada (ou liberal). Isso há 30 anos. Também faz peças de teatro e algo na TV, não sei. Foi e é um grande incentivador da cultura capixaba.
Tenho dito…
Neves
24 mai 2006
Não se pode falar em cultura no Espírito Santo sem citar, de cara, o nome de Milson Henriques. É um embaixador cultural! Já era multimídia quando este termo nem era corrente. Realmente ele é o cara!
vand
23 fev 2007
hahahahaha muito bom !!! – parte 2
Austraugesio
23 fev 2007
Realmente ele era Multimidia antes de existir a Monomidia e a Mortadela de Peru.
Parabens Milsãoooooooooo