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Grande Coisa (Big Nothing)

Filme com aquele ator que só consegue fazer o papel de Ross do “Friends”. Aqui ele acaba entrando em um esquema para chantagear um pastor envolvido com pornografia das bravas. Mas tudo dá errado e com o desenrolar do filme tudo vai dando mais errado ainda. Chega a dar angústia em alguns momentos.

O Pior Trabalho do Mundo

A dica de filme hoje é dois em um. O primeiro filme não é tão bom. Basicamente um gordinho que trabalha numa gravadora tem a missão de conduzir um astro do rock problemático a um show que pode salvar a carreira do mesmo. “O Pior Trabalho do Mundo”, “Get Him to the Greek” em inglês, é na verdade um spin-off do próximo filme.

Ressaca de Amor (Forgetting Sarah Marshall)

Esse filme é bem mais engraçado, e na verdade veio primeiro. Trata-se de um compositor que é abandonado pela namorada. Para tentar esquecê-la, ele viaja para o Hawaii onde a encontra com outro, o astro do rock do filme acima. Porém o cantor é um cara tão gente boa que o corneado não consegue odiar o cara, por mais que ele tente. No fim das contas a maior ligação entre os dois filmes é que ambos os dois têm uma péssima tradução para o português.

72 Horas

Russell Crowe tem que elaborar o plano perfeito para conseguir tirar a sua esposa condenada por assassinato da prisão. Acho que esse tema, cidadão comum versus estado, não tem erro. Me lembrou um pouco outro filme que gostei, “Código de Conduta”. Me lembrou também o Coyote elaborando aqueles planos mirabolantes para capturar o Papa-Léguas.

Esposa de mentirinha

Sabe quando, antes mesmo de começar a assisitir, já pensa que o filme vai ser uma porcaria. Pois é, fui ver esse já com o preconceito instalado. Adam Sandler, sabe como é, né, bem Sessão da Tarde. Quebrei a cara. Até que é bem bacana. A história é previsível? Sim, mas não é isso que vale. Tudo gira em torno de um quarentão traumatizado com um noiva de tempos atrás que tem dificuldade de se relacionar seriamente com uma manceba. Mas eis que aí ele se encontra com um chuchuzinho que faz com que ele queira subir no altar novamente. Chega, né. No longa, há uma sucessão de cenas inusitadas e hilárias, muitas beirando o afamado bullying dos dias atuais. Sem contar que a parte romântica mela-cueca dura pouco. Ou seja, a maior fatia do filme se concentra mesmo na comédia. Se você encarar sem maiores pretensões vai se divertir muito.

Carros 2

Há 5 anos, assisti o primeiro filme da série e fiquei muito impressionado. Como admirador de automobilismo me identifiquei na hora. Esperei ansiosamente essa continuação. Aliás, nem sei dizer se é uma sequência. O filme (sabidamente) rompe com a proposta do primeiro de se fundar apenas nas corridas. Nessa obra, Relâmpago McQueen vira coadjuvante e quem assume o papel de protagonista é o sonsolete e amineirado Mate. Grande parte dos risos vem dele. A trama é mais bem costurada nessa versão, com tramas paralelas e exige mais do público. Ou seja, a solução não é entregue de mão beijada e nem é previsível. Triste mesmo é para as crianças até 8 anos que não entendem nada, uma vez que o filme versa sobre espionagem, trairagem, sustentabilidade e combustíveis alternativos. Só para ter uma idéia, na fileira à minha frente, com apenas 45 minutos de exibição, umas 10 crianças levantaram e foram embora. Melhor para mim, menos algazarra para entender o filme dublado. Mas, no final das contas, Carros 2, surpreende e é bom. Muito bom mesmo.

RED – Aposentados e Perigosos

Já disse isso aqui mas não me canso nem me envergonho de falar: sou muito fã do Bruce Willis. Filme com ele já começa com uma estrelinha extra no meu julgamento. Adaptado dos quadrinhos, RED é sobre agentes da CIA aposentados que sabem demais e agora precisam ser apagados.

Youth in Revolt

Mais um filme legal com Michael Cera. Adolescente totalmente mané se apaixona por garota, mas sem qualquer chance de dar um catão nela. Então, para tentar pegar a moça, ele cria um alter-ego que se apodera totalmente dos seus atos e de um garoto pacato se transforma em um projeto de James Dean.

Homem de Ferro II

Não é tão bom quanto o primeiro, mas mesmo assim é uma excelente diversão. Dessa vez, o empresário Tony Stark fica tão empolgado em ser o Homem de Ferro, que começa a se meter aonde não é chamado, por exemplo, em assuntos estratégicos de países até então rivais. Ou seja, Lula é o nosso Homem de Ferro.