Almodovar fez mais um filme bacana. Só que dessa vez, com ingrediente a mais: vem com sensação de gastura (se você não sabe o que significa isso, é mais ou menos como aflição, agonia). Enfim, a obra mostra um médico cirurgião captura um jovem e reconstroi o corpo do sujeito por inteiro, como se ele fosse um Lego. A única vantagem, de fato, para o garotão capturado é que ele ganhou uma operação de fimose de graça. Na faixa. E na gaze.
cinema
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso lança mão de todo o seu prestígio para conseguir depoimentos de gente bamba de todo mundo sobre o combate às drogas. A proposta desse documentário é trazer uma nova perspectiva sobre o tema. E até que o resultado é bem bacana. Tenho certeza que para ter essa ideia, FHC deve ter queimado bastante. A cuca.
Tudo bem que é uma homenagem a Spielberg, mas bem que esse filme poderia ser melhor. Começa promissor e vai se descarrilhando aos poucos, ao chegar ao ponto de tentar justificar uma história absurda que envolve exército, extraterrestres, seres construídos em laboratórios e sei lá mais o quê. Eu e os demais 7 pagantes do cinema saímos cabisbaixos.
Uma divertida homenagem aos filmes B de ação que tanto inundaram o extinto Domingo Maior. Imagina misturar o que há de mais heroico em Chuck Norris, Riki Oh, Kill Bill e Leonidas (filme 300). Esse é o protagonista de Machete. Muitos atores conhecidos fazem parte desse grande deboche: Robert de Niro, Jessica Alba, Steven Seagal, Lindsey Lohan. Vale a pena ver e rir muito. É sangue, exagero e mulher gostosa para tudo que é lado. Machete é, de fato, um mocinho do cassete.
Sabe quando, antes mesmo de começar a assisitir, já pensa que o filme vai ser uma porcaria. Pois é, fui ver esse já com o preconceito instalado. Adam Sandler, sabe como é, né, bem Sessão da Tarde. Quebrei a cara. Até que é bem bacana. A história é previsível? Sim, mas não é isso que vale. Tudo gira em torno de um quarentão traumatizado com um noiva de tempos atrás que tem dificuldade de se relacionar seriamente com uma manceba. Mas eis que aí ele se encontra com um chuchuzinho que faz com que ele queira subir no altar novamente. Chega, né. No longa, há uma sucessão de cenas inusitadas e hilárias, muitas beirando o afamado bullying dos dias atuais. Sem contar que a parte romântica mela-cueca dura pouco. Ou seja, a maior fatia do filme se concentra mesmo na comédia. Se você encarar sem maiores pretensões vai se divertir muito.


















