Admito que não sou tão aficcionado assim na série X-men. Na verdade, assiti porque era uma das poucas opções do cinema. Para piorar, comprei de vacilo a versão dublada. Pois é, tudo conspirava para mais um filmeco. Mas não é que esse X-men é show de bola? Pô, bacana mesmo. Eu que sou meio vacilão na série, entendi bastante sobre a origem, de como se deu as rivalidades, do propósito de cada personagem. Deu até vontade de ver os demais para ficar antenado. Só não entendi qualé daquela mutante que veio do filme Avatar.
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O filme é bonitinho, divulga bem a capital carioca, inclusive não omite a questão das favelas e do tráfico. O que pega é que no fundo parece uma tentativa de reinventar um personagem brasileiro ao estilo do Zé Carioca: bem estereotipado, que samba o dia inteiro e cheio de malandragem. O roteiro também não traz nenhuma novidade. Segue a mesma linha de grande parte das animações. Mas vale a pena ver: é divertido e tecnicamente incrível. Ponto alto para os momentos em que aparecem a música de Lionel Richie, Say you say me.
Se para você o termo família remete a um pai, uma mãe e os filhos, esse filme vai fazer como reveja seus conceitos. Um casal lésbico cria um casal de adolescentes até que esses desejam saber de que saco vieram e empreendem uma busca para encontrar o pai biológico. Eis que aparece um sujeito bonitão, modernoso, dono de restaurante de comida orgânica e tão sedutor que quase entrou para o Guiness por quase conseguir mudar o apetite sexual de uma lésbica, que passou a preferir pepino a vagem.
Pai presidiário dá cano na família e o rojão acaba estourando nas mãos da filha adolescente que sustenta dois irmãos e uma mãe debilitada. A jovem, então, macha pra caramba, vai à luta e encara os sujeitos mais mal-encarados do interior norte-americano para ver se alguém sabe do paradeiro do pai ou se rola uma ajuda para manter a casa em que vivem. O filme é show, o que pega é que terminou meio que do nada, bem na hora que fui abastecer o refil com mais refri.
Nada é tão ruim que não possa piorar. Se você reclama por que o chuveiro queimou ou por que a Paola de Oliveira não te dá mole, é só acompanhar o perrengue que o Javier Barden passa nesse filme para parar com o chororô. Para não falar que tudo foi trash trash trash na vida o ator espanhol, assim que terminou as filmagens ele foi recebido em casa pela Penelope Cruz, que na ocasião, dizem os vizinhos enxeridos, estava seminua e com muita saudade do marido.
Menina invocada e mal-humorada vê o pai ser assassinado cruelmente e quer, a todo o custo, capturar o safardanas que a tornou órfã. Decide então contratar um agente moribundis e em fim de carreiris para dar cabo do bandidis. Assim como o Mussum, o cara vive bêbadis, e só pensa em sair na Mangueris no Carnavalzis.


















