Por Victor Mazzei em 28 agosto 2010

Em uma competição para se apontar quem é o cara mais vilão do mundo, o estraga-prazeres Groo decide que roubar a Lua seria a estratégia perfeita para ficar com o título. O problema é que no meio do caminho 3 crianças aparecem e mexem com o coração carente do, até então, insensível sujeito. Uma verdadeira lição de moral: mesmo após cometer vários crimes hediondos, desrespeitar velhinhas, peidar na mão e esfregar na cara dos outros, uma pessoa malvada pode, sim, se tornar uma pessoa um tiquinho menos pior de ruim, no sentido da malvadeza.
Obs: Para aqueles que já ouviram falar no locutor de rádio Djalma Jorge, um recado: preste atenção como a dublagem do personagem principal está igualzinha à voz do DJ.
Por Victor Mazzei em 17 agosto 2010

Que roteiro! Uma trama bem original que mostra como Leonardo DiCaprio e sua gangue fazem para penetrar na mente de poderosos, enquanto eles dormem, a fim de obter informações confidenciais. Embora os protagonistas passem quase o filme inteiro dormindo, defitivamente não há o menor clima para a audiência do cinema tirar sequer uma pestaninha.
Comentário Nadaver: costumo fazer uma comparação muito esdrúxula e sem fundamento algum entre Leonardo DiCaprio e a banda Los Hermanos. Na minha concepção, ambos têm uma mancha na carreira, porém que serviu para torná-los visíveis ao grande público: Titanic, para o ator, e Ana Julia, para os músicos. Só que depois de tais obras, achincalhadas por todos, diga-se de passagem, tanto DiCaprio como os Hermanos, produziram o melhor de suas trajetórias artísticas, oferecendo ao público, respectivamente, filmes interessantíssimos como Diamantes de Sangue e Os Infiltrados, e álbuns inesquecíveis como Bloco do Eu Sozinho e Ventura.
Por Victor Mazzei em 3 agosto 2010

Se você arranha um violãozinho, toca guitarra ou curte rock´n roll dos bons precisa assistir esse documentário. Imagina só reunir Jimmy Page (Led Zeppellin), The Edge (U2) e Jack White (White Stripes) para falar da paixão dos caras pela guitarra. Algumas cenas são de arrepiar. A nota negativa fica para a interpretação meio exagerada de Jack White. Mas não compromete a obra. Enfim, se você quer ser como esses virtuoses: exija mais de si, e não espere o sol abrir pra ver o filme. Vai sem dó.
Por Victor Mazzei em 24 julho 2010

Estupendo filme que mostra como já não se fazem mais filhos como antigamente. Os pais já velhinhos vão procurar os filhos para um adeus decente mas eles só querem saber de trabalhar, cachaçar e jogar Nintendo Wii. Se eles ainda jogassem Autorama, até que vai…
Por Victor Mazzei em 18 julho 2010

Sandra Bullock é bonita, gostosa, ganhou o Oscar de melhor atriz por esse filme e ainda tem um coraçãozaço ao acolher um jovem sem sequer perguntar pra qual o time ele torce. Nesse novo lar, repleto de gente aficcionada por esporte, o rapazola desenvolve com muito esforço, e a custa de muita parcipação no bola murcha do Fantástico, a habilidade para virar jogador de futebol americano.
Por Victor Mazzei em 12 julho 2010

Cantor country decadente, bebum e drogado está numa podridão só. Mas um belo dia ele encontra uma jornalista que muda sua vida. Mas o fracasso continua. Pena que isso não acontece com os cantores de axé.
Por Victor Mazzei em 8 julho 2010

Jovem é estuprada e assassinada. Só que ele em vez de sumir do filme, vai para o além, e de lá tenta ajudar a resolver o mistério do crime que levou à sua morte. No fundo, me pareceu um remake da novela A Viagem.
Por Victor Mazzei em 2 julho 2010

Jim Carrey levava uma pacata vida de homem heterossexualmente casado, até que ouve à toda altura “It´s raining man” e decide sair do armário de forma desembestada. Pra começo de conversa, começa a pegar Rodrigo Santoro. Só que pra manter o bofe brasileiro com mimos e luxo que ele merece, o sujeito precisa arrumar grana e mais grana. E como picareta começa com “pica”, ele vai ao delírio com a nova vida, se jogando totalmente na pilantragem, caindo de boca em várias armações e traquinagens.
Por Victor Mazzei em 27 junho 2010

Filme japonês que passou rapidamente pelos cinemas, que conta a história de um violoncelista amargurado e insosso que é demitido e precisa tomar tenência. Desempregado, sem nada no bolso, aceita o primeiro emprego que aparece: de agente funerário. E não é que embelezando aqueles que partem dessa para outra, o sujeito encontra uma bela motivação para sua vida.
obs: Não sei se perceberam mas o nome do filme (A Partida) é bem sugestivo para essa época de Copa do Mundo.