Arquivo para novembro, 2006

Os cadiquês dos relacionamentos

Por Alexandre Affonso em 30 novembro 2006
esquentadinho

Odete

Por Alexandre Affonso em 29 novembro 2006
odete

Beto, o publicitário – parte 3

Por Victor Mazzei em 27 novembro 2006
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Campeonato de Piadas – GRANDE FINAL

Por Alexandre Affonso em 24 novembro 2006
cabecafinal

PIADA 1: PI-PIADA

O bêbado chegou para o gago e disse:
- Gago, você gosta de fofoca?
O gago respondeu:
- Sim, ma-mais eu go-gosto me-mesmo é de pin-pinguim.

José Felipe Malagueta

final1

PIADA 2: LADRÃO

Ai o cidadão de bem esta andando pela rua e chega um meliante diz:
- Vim do Paraguai para te roubar!
E o cara responde:
- Para que?!
- Paraguai!

Lina Di Bella (Guarapari-ES)

final2

Para ver todas as piadas que participaram do campeonato, clique aqui.
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Paradoxo do abraço

Por Alexandre Affonso em 23 novembro 2006
abracinho

A verdade sobre os ácaros

Por Alexandre Affonso em 22 novembro 2006

�caros são bichos.

Ã?caros se alimentam de frutas e elefantes indianos.

Ã?caros nunca conversam sobre futebol.

�caros têm jogo de cintura mas ainda lhes faltam muito balacobaco.

Ã?caros peidam pelo subaco.

Ã?caros falam 3 idiomas.

�caros não sabem combinar as cores da roupa.

�caros frequentam lançamentos de livros só para filar o comes e bebes.

�caros são amigos do Romário.

�caros não sabem dizer não às drogas.

�caros são vegetais.

�caros não precisam ser regados.

�caros são matéria prima do acarajé.

�caros não se reproduzem no vácuo.

�caros são minerais.

�caros foram roubados das Américas pelos espanhois.

�caros são útimos presentes.

�caro é o principal ingrediente da gasolina aditivada.

Ã?caros devem se esgotar da natureza por volta do ano 2074.

Bolinho de Bacalhau

Por Victor Mazzei em 21 novembro 2006

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Problemas do Homem Nariz

Por Alexandre Affonso em 19 novembro 2006

cravo

ARTIGO PAGO – O dia em que minha Havaianas soltou as tiras.

Por Victor Mazzei em 17 novembro 2006

Minha vida era um mar de rosas. Tudo caminhava bem até perceber que o pé direito da minha Havaianas azul turqueza com bandeirinha do Brasil havia soltado a tira. Tal qual um carcereiro de uma penitenciária feminina, que em um gesto inconsequente, liberta uma policial corrupta, meu calçado de toda uma vida havia soltado a tira. Tentei encaixar mas não deu pé. Tantas baratas assassinadas com aquela borracha gasta… Mas como? Ganhamos Copas do Mundo juntos e justamente agora que as Eliminatórias começaram a complicar ela me deixou na mão. Aliás, no pé.
Tentei substituí-la com Samoa e Rider, sem resultados satisfatórios. A Kenner quase deu certo mas o chulé era terrível. Me senti um autêntico pé-de-chinelo sem chinelo.
De pés descalços, queimando no asfalto perambulava sem rumo, levando comigo bolhas infladas, até que levei um tremendo chute na bunda. E Ki Chute! Aquelas travas de borracha de um tosco tênis preto marcaram sem dó minhas nádegas. Isso serviu para mostrar que eu não era um bunda-mole qualquer. Foi calçá-lo para minha vida mudar para melhor. Dava um novo passo a caminho da superação da Havaiana perdida. Entrava de sola em uma nova fase em minha vida…

A curtição entre os amigos é sair só com as Havaianas no pé, como podemos perceber nessa foto com machões.